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Joey Ramone dezembro 7, 2011

Filed under: Lutos Músicais — theblackgarden @ 5:05 am

Jeffrey Ross Hyman

Joey Ramone, nome artístico de Jeffrey Ross Hyman (19 de maio de 1951 — 15 de abril de 2001) foi um vocalista norte-americano e letrista, sendo seu trabalho mais conhecido a banda de punk rock Ramones . Junto com seu companheiro de banda Johnny Ramone (John Cummings), foram os únicos membros que permaneceram desde o início da banda até o fim 1996. Joey tinha 1,98 m de altura, sendo o mais alto dos Ramones. Sofria de problemas de saude por isso era magro e depois os problemas a certa altura com o álcool.

Hyman cresceu em Forest Hills, no Queens, em uma comunidade de judeus. Teve uma vida vida bastante conturbada, o que inspirou o som “We’re A Happy Family”, do álbum Rocket to Russia. Seus pais se divorciaram no começo de 1960. Sua mãe, Charlotte Lesher (1926-2007), encorajou um interesse na música em ambos os filhos: Joey e seu irmão mais novo Mitchell (que atende pelo pseudônimo de Mickey Leigh).

Leigh (irmão de Joey) cita no DVD End of the century : the Story of the Ramones ” que Joey tinha TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo) e que ele era considerado esquisito e solitário. Joey diz no mesmo DVD que a música salvou sua vida e seu irmão diz que ele se sentia bem e que ele era diferente ao cantar e que aquilo era um incentivo para ele deixar suas inseguranças e sua timidez de lado.Ele gravou o tema kkk took me baby away devido ao Johnny Ramone lhe ter roubado a namorada eles mal se falavam a certa altura devido a isso.

Joey morreu de linfoma em 15 de abril de 2001, no Presbyterian Hospital da cidade de Nova Iorque. Ele aparentemente conviveu com linfoma durante cerca de 4 anos, já que ele foi examinado numa clínica especializada em câncer em meados dos anos 1990. Encontra-se sepultado no Hillside Cemetery, Lyndhurst, Condado de Bergen, Nova Jérsei nos Estados Unidos.

O músico tem um álbum solo (póstumo) que foi lançado em 2002 um ano após a sua morte, e ano também que o Ramones entrou para o Rock and Roll Hall of Fame este álbum contém a regravação de “What a Wonderful World”; o álbum foi intitulado “Don’t Worry About Me”

E o seu segundo álbum foi lançado em (2007).

Joey Ramone é considerado o Ramone favorito entre os fãs e em seguida, Dee Dee Ramone. Joey Ramone é considerado para muitos o pai do punk rock (father of punk).

Fonte : http://pt.wikipedia.org/wiki/Joey_Ramone

” Uma pessoa antes considerada solitária, entra de cabeça em um mundo diferente o mundo da música, muda o sentido das pessoas de verem as coisas, autentico e um perfil próprio são marcas conhecidas do Ramone…um nome que sempre soara como o famoso FAÇA VOCÊ MESMO….”

By : The Black Garden

 

John Simon Ritchie Beverly (Sid Vicious) dezembro 6, 2011

Filed under: Lutos Músicais — theblackgarden @ 8:35 pm

John Simon Ritchie Beverly (Sid Vicious) 

 

Sid Vicious (nome artístico de John Simon Ritchie-BeverlyLondres10 de Maio de 1957 — Nova Iorque2 de Fevereiro de 1979) foi um músico inglês, conhecido por tratar-se de um ícone da cultura punk, baixista da banda Sex Pistols.

Sid Vicious, antes de entrar para a banda Sex Pistols, era baterista do Siouxsie & The Banshees. Também foi vocalista da banda The Flowers Of Romance.

 

Infância

Sid Vicious nasceu em 10 de maio de 1957, em Londres. Batizado como John Simon Ritchie, era filho de um ex-guarda, John Ritchie, e de Anne Randall, uma hippie, o que o deixava mais solto. Alguns o consideravam meio problemático desde pequeno, tinha carência de atenção e fazia de tudo para que todos olhassem para ele. A “família” morava em Lee Green e seu pai abandonou Anne logo após seu nascimento.

Com 3 anos, John foi com a mãe para Ibiza (ilha espanhola) com a ajuda financeira do pai. Anne vendia drogas para sobreviver e, após perder o apoio financeiro do “ex”, foi obrigada a voltar para a Inglaterra com John.

Após a volta de Ibiza, John e a mãe não se estabeleciam em uma residência fixa e a mãe acabou se casando com Christover Beverly, que morreu 6 meses depois, antes mesmo de adotar a criança. Em 1971 (ou 1974 – varia conforme a fonte) John mudou-se para Hackney (com ou sem a mãe, também varia de acordo com a fonte). Segundo o que se conta, o garoto foi estudar fotografia e arte e nessa época já tinha tido empregos temporários e já tinha vendido LSD em concertos para ajudar a mãe.

 

O encontro com Johnny Rotten

Em Hackney (bairro no nordeste de Londres), John conheceu John Joseph Lydon (que mais tarde se tornou Johnny Rotten), John Wardle e John Gray, formando “o bando de Johns”. Nessa época, ele se tornou bem amigo de John Lydon e eles já eram considerados estranhos, ele já pintava os cabelos (influenciado por David Bowie) e os dois achavam a educação algo completamente inútil.

 

 

 

Antes de ser Sid Vicious, John eram chamado de Sly e acabou trocando seu apelido após levar uma mordida do roedor de John Lyndon, Sydney, e chamá-lo de perverso (vicious significa perverso em inglês – daí surgiu o nome Sid Vicious).

Sid e John andavam sempre estranhos e Sid se inspirava muito em David Bowie. John não aguentava mais o fanatismo religioso da família e fugiu de casa, levando Sid com ele.

Abandonando a escola, Sid e o amigo passaram por diversos “squats” (prédios abandonados que são invadidos por jovens, e que passaram a ficar conhecidos por se tornarem centros culturais e de encontros promovidos por punks) e acabaram se estabelecendo no apartamento de Linda Ashby, uma prostituta lésbica amiga deles.

 

 

 

A formação dos Sex Pistols e a Sex

Nessa época, Sid vivia sem emprego fixo e as idéias anarquistas começavam a se formar. A vida era difícil e, em outro canto da cidade,Malcom McLaren teve a brilhante idéia de criar uma banda (os Sex Pistols) para divulgar sua loja, a Sex, onde vendia roupas roqueiras e acessórios considerados “estranhos” que atraiam jovens como Sid e John.

Um dia, Sid e John chamaram a atenção de McLaren na Sex pelo seu cabelo vermelho e estilo estranho. O Sex Pistols precisava de um vocalista e Malcon convenceu Lydon a tentar preencher o cargo.

 

Foi cantando com uma jukebox a música “I’m Eighteen”, de Alice Cooper que Lydon se tornou oficialmente vocalista da banda punk e Sid, que acompanhava de perto se apaixonou de vez pelo estilo.

 

 

Sid substituiu David Bowie pelo punk, que cada vez mais crescia, e, no primeiro festival punk, o 100 Club, em Oxford Street, apareceu como baterista da banda Siouxsie & The Banshees. O festival contava com outras bandas, tais como: Subway Seet, The Clash e os próprios Sex Pistols. Mesmo nunca tendo tocado bateria, Sid impressionou com sua performance que durou pouco pois a banda foi criada apenas para o evento. Após a bateria, Sid se arriscou como vocalista da banda The Flowers of Romance, que também durou pouco.

Os Sex Pistols cresceram mas havia constantes brigas entre Johnny Rotten (Lydon já havia adquirido o novo nome nessa época) e o baixistaGlen Matlock – que segundo o que dizem, era o único da banda que realmente sabia tocar.

 

 

A entrada nos Sex Pistols e o fim da banda

Sem Matlock, Malcom foi atrás de Vicious para assumir a vaga de baixista. Sid não sabia tocar mas compensava em seu estilo e aparência, o mais importante da banda. Em março de 1977, Sid entra para os Pistols e recusa a ajuda de Matlock para aprender a tocar baixo.

Como Sid não sabia tocar baixo, Jones(o guitarrista da banda) teve que ajudalo em todas as músicas do cd da banda, com exceção de “Anarchy in the UK” que o Glen Matlock (baixista original da banda) gravou. Além disso, nos shows ele so fazia pose, quem tocava era um cara que ficava atras do palco.

 

Mesmo que não tivesse nenhum senso sobre como tocar, Sid era uma imagem publicitária enorme para os Pistols e eles fecham um contrato com a A&M Records. Como a festa de comemoração do novo contrato acabou em muita baixaria (bem ao estilo deles), a A&M cancelou tudo e eles estavam novamente sem gravadora.

 

Com os problemas causados pelas letras polêmicas e infligência as regras impostas pela rainha da Inglaterra (eles foram proibidos de tocar em território inglês então fizeram um show em um barco, sob as águas da Inglaterra) eles foram parar na cadeia. Eles começaram a ser obrigados a tocar escondidos e a palavra “bollocks” no encarte de seu disco (Never Mind the Bollocks, Here’s the Sex Pistols) fez com que ele fosse retirado das lojas.

Para a felicidade de McLaren, os Sex Pistols deixavam notícias por onde passavam. Porém, além de alguns problemas envolvendo Sid e Nancy, as brigas entre os integrantes fez com que a banda finalmente acabasse, em 1978, em São Francisco após a turnê americana.

Os outros integrantes dos Pistols nunca gostaram de Sid, viam ele como um idiota.

Sid e Nancy

O encontro

Em novembro de 1977, Sid conheceu Nancy Spungen, por quem se apaixonou. Nancy era uma drogada que tentava a vida como prostituta em Nova York e acabou com fama de groupie, por correr atrás de vários astros do rock. Ninguém gostava dela, então ela arriscou a sorte na Inglaterra e foi parar no apartamento da amiga Linda, o mesmo de Sid e Johnny, bem na epóca que Sid entrou nos Sex Pistols.

Nancy já era viciada em heroína, enquanto Sid ainda era virgem. Começaram a namorar, e Sid pediu a Nancy que lhe desse heroína, afirmando que já sabia usar. Passou o dia inteiro a vomitar.

Nancy dividia um colchão com Sid no apartamento.Ela relata que tirou sua virgindade e o encantou.

 

Sid se uniu a ela e aos seus amigos e se viciaram juntos em heroína (ele já tinha a filosofia de vida de viver intensamente e morrer jovem). Ele usava maconha e anfetaminas apenas para se divertir.

Os amigos de Sid tentaram afastá-la dele, e abrir seus olhos. Malcon, sem sucesso, tentou sequestrá-la, mas apenas conseguiu mantê-la fora da turnê americana, porém, Sid bebia e falava de Nancy o tempo todo durante a turnê.

Após o termino da banda, Sid foi morar com Nancy em Nova York, no hotel Chelsea. Spungen tornou-se sua manager em 1978. Chegou um momento em que Sid estava convencido de que ele era a alma da banda e que poderia muito bem seguir em carreira solo. Até fez uma versão da música My Way (de Paul Anka), mas não foi muito longe. A carreira solo de Sid fracassou completamente e todo o dinheiro que conseguia era destinado ao vício em heroína.

 

 

A morte de Nancy

Vicious e a namorada brigavam muito e, em 13 de outubro (ou 12 de dezembro, varia conforme a fonte), ele encontrou a namorada morta no banheiro do quarto nº100, onde moravam com uma facada no abdome. Uma das histórias, diz que Sid estava drogado e a matou. Outra versão, envolve dinheiro desaparecido durante o assassinato e conta que Nancy foi assassinada por um traficante que vivia no apartamento. A terceira versão da história diz que Nancy, drogada, se matou. Ela não esperava nada da vida e eles tinham um pacto de suicídio.

Sid foi preso acusado de assassinar a mulher e, arrasado, tentou se matar várias vezes na cadeia e, enquanto esteve lá, Sid escreveu poesias e músicas para Nancy.

Juntando 30 mil dólares, a gravadora pagou a fiança e Sid foi libertado. Dizem que ele era um bom compositor e que as letras escritas na prisão nunca foram gravadas.

A recuperação de Sid e sua morte

Após ser liberado, Sid começa a namorar Michelle Robinson e, mesmo estando com ela, ele se envolve com a namorada do irmão de Patti Smith, Todd Smith. A história acaba em briga e Sid agride Todd com uma garrafa de cerveja em seu rosto. Sid retorna a cadeia e mais uma vez sob fiança, sai de lá após 55 dias com liberdade condicional.

Todos acreditavam na desintoxicação de Sid mas, após a festa em homenagem a sua libertação na casa de sua mãe, ele se trancou no banheiro e injetou uma dose a mais de heroína. Depois foi achado morto, deitado de costas na cama do apartamento de Michelle Robinson, na manhã de 2 de fevereiro de 1979, aos 21 anos, de overdose de heroína. Acredita-se que Sid havia roubado a droga da própria mãe (que tem registro de prisáo por posse de drogas).

Após a morte, sua mãe encontrou na sua jaqueta uma carta suicida que dizia:

We had a death pact, and I have to keep my half of the bargain. Please bury me next to my baby in my leather jacket, jeans and motorcycle boots. Goodbye.[27]

“Nós tinhamos um pacto de morte, e eu tenho que manter minha parte no trato. Por favor, me enterre próximo a minha querida com minha jaqueta de couro, jeans e botas de motoqueiro”.

Pelo fato de Nancy ser judia e ter sido enterrada em cemitério israelita, Vicious não foi autorizado a ser enterrado junto a Nancy. Ele foi cremado e conta-se que sua mãe perdeu parte de suas cinzas no aeroporto de Heathrow e depositou o resto no túmulo de Nancy, contrariando as autoridades judaicas.

O seu romance com Nancy tornou-se a versão de Romeu e Julieta no mundo punk.

 

 

 

 

 

 

 

 

” Sid Vicious definitivamente não era uma pessoa qualquer, julguem-lo como quiserem, louco, engraçado, suicida… Mas antes lembrem-se sempre de que ele cravejou seu nome na história da música, Mais que um simples Punk, Vicious era o PUNK/ROCK em si, um símbolo uma marca….porque não há como se lembrar de punk/rock e não se lembrar de Sid Vicious “

By : The Black Garden

 

James Owen Sullivan (Jimmy THE REV) dezembro 5, 2011

Filed under: Lutos Músicais — theblackgarden @ 11:12 pm

 

 

 

“Jimmy The Rev Sullivan”

BIOGRAFIA

Nascido James “Jimmy” Owen Sullivan, em 10 de fevereiro de 1981, era e sempre será o baterista, também fazia backing vocals para o A7X. The Rev usava piercings no lábio e nas orelhas. Ele era filho único e noivo/casado com Leana Silver. Faleceu no dia 28 de dezembro de 2009.

Frase épica: “Uma colher cheia de Jimmy colocaria o mundo abaixo! “

 

 

Jimmy ganhou sua primeira bateria completa aos 10 anos de idade. Ele freqüentou a escola católica junto com M.Shadows e foi expulso na segunda série (Você achava isso possível?). The Rev também foi expulso da Huntington Beach High School e depois de um reformatório. Resultado: acabou por desistir dos estudos. Ele é o mais velho da banda. Seu projeto paralelo, juntamente com Synyster Gates, está suspenso; uma vez que os dois decidiram se dedicar exclusivamente ao Avenged Sevenfold. Seu apelido, para a banda, é “Cabeça de Rato” (Rat Head). Antes do A7X, ele foi baterista da banda “Suburban Legends”, juntamente com o ex-baixista do Avenged, Justin Sane. Também tocou guitarra e fez os vocais na banda “Ballistico”.

 

Seu apelido “The Reverend Tholomew Plague” foi escolhido aleatoriamente e The Rev foi consagrado como a versão curta do nome. Ele ficou conhecido por utilizar roupas excêntricas – como kimonos coloridos, roupão de banho, shorts largos e meias fluorecentes – (no mínimo hilário!). The Rev cantava e gritava na maior parte das músicas do disco novo do A7X e escreveu algumas delas, incluindo: “A Little Piece of Heaven”, “Brompton Cocktail”, “Afterlife” e “Almost Easy”. Ele também canta em “Critical Acclaim”, “Scream” e “Lost”. Suas influências musicais incluem: Vinnie Paul, do Pantera; Dave Lambardo e Paul Bostaph, do Slayer e Mike Portnoy do Dream Theater.

 

The Rev foi encontrado morto em sua casa. A polícia foi notificada pelos bombeiros, que chegaram em sua casa a 1h da tarde do dia 28/12/2009.A polícia afirmara que The Rev teria morrido de causas naturais, e pouco depois que teve como resultado “inconclusiva”. Em junho de 2010, descobriram que a causa da morte foi causada por uma overdose “acidental”, resultado de uma intoxicação devido ao efeito combinado de oxicodona, oximorfona, diazepam e etanol. O Baterista foi velado dia 5 de Janeiro de 2010, e enterrado no dia seguinte. 600 pessoas compareceram ao enterro.

” Nunca houve um baterista assim, Jimmy tocava de uma maneira singular e ímpar, algo único…. alias, palavra que o descreve muito bem, Jimmy era único, alem de um exímio baterista, ele também era back vocal, e cantava excelentemente, Sempre bem humorado the Rev se foi deixando um vazio enorme nos peitos de quem lhe era e sempre será  fan… Sullivan estaremos sempre com você ”  

By : The Black Garden

FONTE : http://a7xbrforever.blogspot.com/2010/08/biografia-reverend-rip.html

 

Paul Dedrick Gray

Filed under: Lutos Músicais — theblackgarden @ 8:51 pm

Paul Dedrick Gray

BIOGRAFIA

Paul Dedrick Gray (Los Angeles, Califórnia, 8 de Abril de 1972 em Los Angeles – 24 de Maio de 2010, Des Moines, Iowa) foi um baixista estadunidense, conhecido por tocar na banda de new metal Slipknot, seu número era o #2.

Paul foi o co-fundador do Slipknot junto com Shawn e Anders (ex-vocalista), sendo o único integrantes da banda que anteriormente não morava no estado de Iowa.

Tocou também em bandas como Vexx, Body Pit, Anal Blast e Inveigh Catharsis, fazendo também uma pequena participação no The Havenots.

Vida pessoal e carreira
Paul nasceu em Los Angeles, Califórnia, pouco antes da sua família mudar-se para Des Moines, Iowa. Em sua juventude, Gray realizava trabalhos em bandas como Anal Blast, Vexx, Body Pit e Inveigh Catharsi.

                                                                                                                      Bem emprestando seu talento como baixista da banda, Gray também cantou como vocal de apoio em canções selecionadas do Slipknot que realizaram ao vivo, entre elas “Spit It Out”, “Get This”, “People = Shit”, “Disasterpiece”, “Three Nil “,” Pulse Of The Maggots “,” Before I Forget “, e ” Psychosocial “, normalmente quando a voz do vocalista Corey Taylor tornou-se muito seca, cansada, ou rouca. Fora do Slipknot, Gray foi preenchido como baixista para Unida durante a sua tour 2003, apareceu na Drop Dead, Gorgeous, fez uma breve turnê com Reggie e apareceu no Roadrunner United project, realizando no baixo “The Enemy” e “Baptized in the Redemption” no projeto do álbum The All-Star

                                                                                                                                                                                                    Em Junho de 2003, Gray foi preso por dirigir sob a influência de drogas. Criou-se polémica entre os fãs do Slipknot quando surgiram a partir do incidente, com a excepção de Corey Taylor e o guitarrista James Root, fotografias dos membros da banda sem máscara, o que é bastante raro.

Quando de sua morte, era um dos 3 fundadores do Slipknot ainda na banda, e o único que tinha mantido o seu papel original na banda devido à mudança do “Clown da bateria para percussão personalizada.

                     Morreu a 24 de Maio de 2010 ás 10:50 da manhã com 38 anos. Foi encontrado por um empregado, num quarto do Hotel Urbandale. Paul Gray, deixa assim a sua mulher Brenna, das GodsGirls.

                                                                                                                                                                                                                                                                                                                      Máscaras
Gray usa fitas ao redor de sua cabeça para a sua máscara. Mais tarde, ele mudou para uma suína de Halloween, essa foi a máscara que ele usou para o Self-Titled da época. Essa máscara representava sua personalidade indulgente. A próxima máscara foi utilizada para o Iowa, a máscara tem olhos escuros e buracos, mantém o mesmo nariz. No entanto, a boca está faltando. Sua terceira máscara é uma máscara que tem barras metálicas na área da boca, juntamente com uma bala no buraco feito decoração. Ela também tem uma rachadura decorado a ela. Gray utilizou essa para o presente Vol. 3: (The Subliminal Verses). Sua recente máscara atual para o All Hope Is Gone é cinza, uma máscara que tem barras de ferro, como sua terceira máscara anterior, mas os bares estão alinhados e à bala no buraco e decorações foram removidas. Sua máscara é também feita de couro e foi costurada.

” Paul era um ótimo amigo, marido e certamente seria um ótimo pai, um dos fundadores do Slipknot banda da qual colocava sua total dedicação. Ele não era um simples baixista, era alguém que sempre almejava mais, sempre disposto e pronto para o que lhe aguardava, deu o melhor de si e ficará para sempre nos corações daqueles que o adoram…”

By : The Black Garden

FONTE : http://www.lastfm.com.br/music/Paul+Gray/+wiki?ver=3

 

Kurt Cobain

Filed under: Lutos Músicais — theblackgarden @ 8:20 pm

  Kurt Donald Cobain.

 

 

 

BIOGRAFIA

No dia 20 de fevereiro de 1967, nasce o filho de Wendy e Donald Cobain, Kurt Donald Cobain. O ex-vocalista e guitarrista da banda NIRVANA.

Filho de uma família humilde de Aberdeen, costa oeste do Estados Unidos, Kurt foi uma criança super protegida. Tímido, tinha bronquite e costumava passar os dias desenhando sozinho, ou melhor, com seu amigo imaginário Buddah, a quem, muito tempo depois Kurt dedicaria sua carta de suicido.

Kurt havia começado a mostrar interesse pela música quando tinha apenas 2 anos de idade. Sua tia lhe deu discos dos Beatles e do Monkees. Um dos discos favoritos de Kurt era Alice’s Restaurant, de Arlo Guthrie.

Com 3 anos, Kurt já não gostava de policiais, quando os via começava a cantar “Xingue os policiais, xingue os policiais, os policiais estão vindo, ele vão te matar!”. Dois anos mais tarde, ele enchia latas de refrigerante com pedrinhas e jogava em carros da polícia, mas nunca acertanto o alvo. Foi Mais menos nessa época que Kurt aprendeu a levantar o dedo da forma “honrosa”.

Sua tia Mary lhe deu um bumbo de bateria quando ele tinha apenas 7 anos. Kurt era muito ousado e saia pelas ruas cantando “Hey Jude” e “Revolution” dos Beattles.

Foi também aos sete que começou a tomar, por prescrição médica, anfetaminas. Depois para contrabalançar a hiperatividade, lhe foram receitados sedativos. o metabolismo de Kurt iniciava então uma longa história de João Bobo na mão das substâncias químicas.

Kurt era um desenhista, todas achavam que suas pinturas eram ótimas, menos ele.

 

 

 

 

Foi também aos sete que começou a tomar, por prescrição médica, anfetaminas. Depois para contrabalançar a hiperatividade, lhe foram receitados sedativos. o metabolismo de Kurt iniciava então uma longa história de João Bobo na mão das substâncias químicas.

Kurt era um desenhista, todas achavam que suas pinturas eram ótimas, menos ele.

Até a terceira série Kurt queria ser um astro do rock, Don e Wendy lhe compraram uma pequena bateria do Mickey Mouse. Ele tocava todo dia, até ela estar completamente acabada.

Kurt sempre teve problemas de saúde, quando criança a hiperatividade, e a bronquite crônica, e na oitava série descobriram que Kurt tinha um pequeno grau de escoliose, uma curvatura na espinha e com o passar do tempo, com o peso da guitarra, fez com que isso ficasse pior.

Em 1975, aos oito anos de idade, os pais de Kurt se divorciam e ele passa a viver com a mãe. Mas ela só aguentou ficar três meses com Kurt. Revoltado com o fim do casamento dos pais, o garoto tinha passado o verão inteiro batucando desesperadamente e não aceitara de maneira alguma o movo namorado de Wendy, ele o chamava de “um esquizofrênico paranóico. O grande e cruel surrador de esposas, ect…”. Kurt descontava em qualquer um sua raiva e a mãe não conseguia mais controlá-lo. Então Kurt foi morar no trailer de seu pai Donald, empregado de uma serralheria, em Montesano.

 

Kurt não se dava bem com sua nova família, sua madrasta dizia “Até hoje não consigo pensar em uma pessoa mais falsa”. Kurt faltava a escola e se recusava a fazer tarefas domésticas. Don queria que ele fosse um pequeno adulto, não uma criança, ele queria uma criança responsável.

Kurt tinha o costume de entrar no carro do pai para ouvir “News Of The World” do Queem várias vezes. Às vezes ele escutava tanto que ele tinham que encontrar alguém para ajudar o carro a pegar no tranco.

Neste meio tempo, Kurt começou a descobrir novas músicas do que as dos Beatles e dos Monkees. Seu pai começou a montar uma coleção de discos depois de alguém conseguir convence-lo a entrar no Clube de Discos. Todos os meses vinham discos de bandas como: Aerosmith, Led Leppelin, Black Sabbath e Kiss…

Kurt começou a se relacionar com caras que usavam cabelos enfrescalhados e camisetas do Kiss. “Eles fumavam maconha e eu os achava mais legais do que os caras de minha classe que assistiam “Happy Days”. Eu deixava que ele fossem a minha casa e comessem minha comida para ter amigos. Esses caras logo notaram a grande coleção de discos de Don e pediam para Kurt os colocar. Depois deles me ajudarem a começar a gostar desse estilo de música, e eu comecei a me transformar num dopadinho.”

O que Kurt achava do pai? “Eu gostaria de poder lembrar de mais. Eu nunca realmente senti que tinha um pai. Eu nunca tive uma figura paterna com quem eu podia dividir meus problemas.”

A vida de Kurt foi muito sofrida pois 2 vezes ao ano mudava de Aberdeen para Montesano, também mudando de escola.

 

 

 

 

No seu 14º aniversário Kurt ganhou sua primeira guitarra e um amplificador de 10 watts de seu tio Chuck. Amor à primeira vista.

Em uma semana e meia de aula, já conseguiu aprender “Back in Black” do AC/DC. Neste mesmo ano Kurt diz, não ter conseguido fazer nenhuma nova amizade, pois achava que Aberdeen era uma cidade maior, achava que ele não era superior ninguém lá.

Kurt adorava a idéia do Punk Rock, mesmo sem saber como era ( Na cidade de Aberdeen, não se vendia discos de Punk Rock ), alguns anos mais tarde conseguiu um disco do Clash e ficou muito decepcionado, pois descrevia o Punk Rock de outra maneira”

“Foi realmente algo muito bom. Eu pensava nisso como um emprego. Era minha missão. Eu sabia que tinha que praticar. Assim que eu ganhei minha guitarra fique obsecado por ela. Todo o tempo enquanto eu tocava sentia que estava fazendo algo especial. Eu sabia que era melhor, mesmo sem poder provar na época. Sabia que tinha algo a oferecer e que poderia provar que conseguiria escrever algumas músicas boas – que eu iria contribuir com algo para o rock n’ roll.” dizia Kurt

Em abril de 1984 a mãe de Kurt se casa com Pat O’Connor. Pat estava bebendo muito na época e Wendy tinha muitos problemas – ela nunca achava que conseguiria lidar com Kurt, mas Kurt acabou conseguindo convence-la a pegá-lo novamente. “Passei messes falando com ela todas as noites e chorando no telefone, tentando fazer com que ela me aceitasse.” Disse Kurt.

Num dia, Pat passou um dia inteiro fora de casa, e so voltou no outro dia de manhã, as 7:00, bêbado e cheirando a mulher, como diz Wendy. Foi então que dois caras entraram na loja para encher o saco dela. “Hei, onde estava Pat a noite passada?. Wendy ficou doida e se embebedou com outra amiga. Depois foi para casa e explodiu contra Pat. Na frente das duas crianças ela pegou uma das várias armas do armário e ameaçou atirar nele, mas não sabia carregar as armas. Então ela pegou todas as armas e levou elas para rua, com Kim levando uma grande sacola de balas, até o rio Wishkah e jogou-as na água.

Daí vem a história do malandro Kurt, que pagou alguns amigos para pegarem de volta as armas e depois as vendeu. Kurt comprou seu primeiro amplificador com o dinheiro da venda. Depois disso ele levou o cara que vendeu o amplificador dele até onde ele comprava maconha e o cara gastou o dinheiro da venda do amplificador em maconha.

Kurt tocava sua guitarra muito alto. Todos vizinhos reclamavam. “Ninguém sabia que ele também estava cantado em seu quarto, um dia” diz Wendy. “Pat e eu ouvimos, colocamos nossos ouvidos na porta, fizemos caretas e dissemos: “É melhor você continuar com a guitarra”

Nessa época Kurt conheceu na escola um tipo engraçado, muito alto para sua idade e que provocava risos em todos. “mas eu ria com ele, por que basicamente ele estava fazendo todos de bobos.” O nome do garoto: Krist Novoselic.

Intratável na casa do pai e na da mãe, logo Kurt estaria se misturando com o pessoal do Melvins.

Apresentado ao Punk Rock e às drogas, Kurt logo estaria formando bandas. A Fecal Matter (matéria fecal), com Noveselic, daria origem ao Nirvana.

Em junho de 1985, aos 18 anos, Kurt largou a escola sem completar o segundo grau e tomou heroína pela primeira vez. Com os amigos pichou “Deus é Gay” numa igreja de Aberdeen, tornando-se pessoa “não grata” na área. Hora de mudar para a vizinha Olympia, cidade não muito maior, porém efervescente culturalmente. Instalado no apartamento da namorada Tracy Marander, Kurt ficava 8 horas por dia com a guitarra compondo, anfetaminadissímo. A gastrite que o atormentou até o fim dos dias e que ele usou como desculpa para tomar heroína começou nessa época

 

 

 

Graças a um empréstimo de Tracy, o Nirvana gravou um Demo com Jack Endino. O Produtor indicou o grupo para o Subpop e, no primeiro encontro com a gravadora, um sóbrio Kurt, disse que o trio era a melhor coisa surgida desde os Beatles. Impressionou. Logo viria o primeiro Single, “Love Buzz”e o álbum Bleach, cujos vocais foram gravados entre vidros e mais vidros de xarope com Dramamine.

Em 90, chegou a cocaína, droga que faltava em sua vida. No ano seguinte nascia uma estrela. Kurt passou a querer tratamento especial nas viagens. Reclamava se o uísque não era Glenfiddich, mas continuou absolutamente genial e ácido em tudo o que expressava…Depois do contrato milionário com a Geffen, mergulhou na heroína. Dormia a toda hora em qualquer lugar, até no meio de sessões de foto.

Kurt Cobain se casa com Courtney Love no dia 24 de fevereiro de 1992 em Waikiki, no Hawaii.

Em 92, a ironia das ironias, o Kurt que mergulhava nos braços dos fãs, proclamando igualdade enter artista e platéia, exigiu 75% de tudo o que o Nirvana ganhava (com efeito retroativo! – ou seja, tornando-se credor milionário de Dave Grohl e Krist Noveselic).

No dia 22 de junho de 1992 Kurt tem um colapso em Belfast devido a problemas digestivos.

No dia 18 agosto 1992 nasce Francis Bean Cobain.

Cheio de armas e violento contra Courtney Love, seu grande amor, o hiper-sensível Kurt a obrigou a chamar a polícia duas vezes para contê-lo. Ele ainda sofreria duas overdoses em 93. Segundo o produtor de In Utero, Steve Albini, a única coisa que o tirava da apatia era a filha Frances. Mas logo viria a tentativa de suicídio com Rohypnol, em Roma. Kurt não funcionava mais como artista, marido, pai…Numa tática antivício chamada tough love, amor duro, foi posto contra a parede por Courtney e todos os que o amavam. Foi para um clínica em Los Angeles, fugiu. Patético, teria perguntado a um traficante nos dias próximos do seu suicídio: “Onde estão meus amigos agora?”

 

 

 

Mesmo controlando a carreira com punhos e inteligência de aço, Kurt passou poucos dias de seus últimos 6 anos longe da heroína. Já na primeira turnê européia do Nirvana, Kurt sofria um colapso em pleno palco de Roma. Surtou, quebrou microfones, ameaçou acabar com o grupo e quase não chega vivo a Londres, de onde saiu consagrado como sensação underground. Sua saúde psíquica poderia ter lhe custado a vida antes mesmo que viessem as tais “pressões do sucesso” e o conflito entre o idealismo punk e a vida corrompida de milionário do rock.

No dia 04 de março de 1994, Kurt Cobain é hospitalizado e entra em coma. No dia seguinte ele acorda e pede um milkshake. No dia 08 deixa o hospital caminhando sozinho.

Kurt tinha o mundo nas mãos, e um revólver também. Achou que morto ficaria mais sossegado do que recebendo em vida a adoração de milhões de pessoas. E assim, um mês mais tarde, mais provavelmente no dia 05 de abril de 1994, Kurt Cobain se suicidou com um tiro na cabeça. Seu corpo só foi achado três dias depois  pelo eletricista Gary Smith, que cuidava da segurança da residencia.

O velório ocorreu no mesmo dia em Seattle, foi neste que sua mulher, Courtney Love leu seu bilhete de suicídio, dizendo que ele não agüentava mais a fama. Kurt deixou sua esposa e sua filhinha Frances, na época com 1 ano e meio de idade. Em dezembro do mesmo ano o investigador de Courtney Love informa que ela acredita que Kurt foi assassinado.

Desde então o rock parou, enfrentamos um era desértica de homens e idéias. E, quem não agüenta esperar, chama Kurt Cobain, o cara mais importante que o rock já produziu.

 

 

 

 

 

 

” Suicídio ou assassinato, Dom ou pacto…Nada disso importa, não mais. Kurt era acima de tudo um gênio uma pessoa que transbordava de talento, a única coisa que realmente importa é que só nos resta te-lo em nossas lembranças e que nunca o deixaremos desaparecer, Insano, Simples, Humilde, VERDADEIRO…. este era e sempre será Kurt Cobain “ 

By : The Black Garden 

FONTE : http://nirvanaforum.forumeiros.com/t28-kurt-cobain-biografia

 

John Lennon

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John Winston Lennon.

BIOGRAFIA

John Winston Lennon nasceu em 9 de outubro de 1940. Seu pai trabalhava num navio e ficava longos períodos ausente. Sua mãe, sem condições de criá-lo, entregou-o aos cuidados da irmã Mary e do cunhado George Smith. Aos seis anos, John já cantava no coro da igreja. Na escola, apresentava talento literário e apreciava a leitura de Lewis Carroll e Richmal Crompton.

Em 1955, John montou uma banda chamada The Quarry Men e dois anos depois Paul McCartneyuniu-se ao grupo. A dupla formada por John e Paul era perfeita para escrever canções e daria origem aos Beatles. Em agosto de 1962 John Lennon casou-se com Cynthia Powell e com ela permaneceu até 1969 quando se uniu a Yoko Ono, figura forte e misteriosa, a quem muitos responsabilizam como a causa da desagregação do grupo.

 

 

Lennon foi assassinado com cinco tiros, por um “fã”, chamado Mark Chapman, que horas antes havia pedido seu autógrafo, no dia 8 de dezembro de 1980, em Nova York.

Freqüentemente Lennon é apontado como a cabeça pensante dos Beatles e o mais preocupado com as questões sociais de seu tempo. Em “O Poder das Barricadas, Uma Autobiografia dos Anos 60″, do escritor marxista Tariq Ali, é revelado mais detalhadamente esse viés da vida de Lennon em uma longa entrevista realizada por ele, em 1971, com o título “Poder ao Povo”.

Carreira solo

Com o fim dos Beatles, Lennon continou carreira solo, com a participação de Yoko. Lançou, entre outros, “Plastic Ono Band” (1970), “Imagine” (1971), “Mind Games” (1973), “Walls and Bridges” (1974), “Rock ‘N’ Roll” e “Shaved Fish” (1975). Em 1975 interrompeu a carreira para se dedicar à família após o nascimento do filho Sean Lennon. Voltou ao estúdios em 1980 e lançou “Double Fantasy”, seu último disco. Em 1982 ganhou postumamente o Grammy por “Double Fantasy”. E também postumamente é lançado, entre outros, “Milk and Honey” (1984), “Live in New York City” (1986, gravado em 1972), “Rock ‘N’Roll and Walls and Bridges”(1986), “Acoustic” (2004).

 

 

 

Lennon travou batalha jurídica com o Departamento de Imigração norte-americano, desde 1971 quando se mudou para Nova York, e radicalizou seu discusos e sua luta pela paz. Tornou-se amigo de ativistas de esquerda como Jerry Rubin e Abbie Hoffman, além de se aproximar de lideranças dos Panteras Negras. A administração Nixon tentou deportá-lo, mas em 1972 ele conseguiu o visto de permanência. Estava no índice das pessoas investigadas pelo FBI, fato só admitido após a sua morte.

 

 

Os Beatles

O grupo Beatles foi um dos maiores fenômenos da música popular de todos os tempos. Ao longo de apenas oito anos, os Beatles mudaram a face do rock and roll, criando uma linguagem musical única e influenciando profundamente o comportamento dos jovens de sua época.

Alguns de seus maiores sucessos foram: “Love me do” (1962); “She loves you” (1963); “I Want you Hold your Hand” (1963); “Can’t Buy me Love” (1964); “A Hard Day’s Night” (1964); “Help!” (1965); “Eleanor Rigby” (1966); “Penny Lane” (1967); “Strawberry Fields Forever” (1967); “All you Need is Love” (1967); “Hey Jude” (1968); “Revolution” (1967); “Don’t Let me Down” (1969); “Something” (1969); “Let it Be” (1970).

 

 

 

George Martin foi o produtor responsável pela maioria dos discos dos Beatles, tanto que era chamado de “o quinto beatle”.

A discografia dos Beatles lançada no mundo todo compõe-se de 22 compactos e 13 LP’s oficiais. Mas os discos lançados em diversos países têm repertórios diferente das edições originais inglesas, isso porque as gravadoras locais faziam seleções incluindo faixas que tinham sido bem-sucedidas nos discos anteriores. No Brasil, a partir de “Help!”, seguiu-se os originais ingleses.

O nome Beatles faz um trocadilho com “beetles” (besouros) e “beat” (batida ou compasso ritmado). Todos os integrantes do grupo – John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr – nasceram na cidade de Liverpool, na Inglaterra. O empresário do grupo, Brian Epstein foi quem descobriu os rapazes, vendo-os tocar num “pub” chamado “The Cavern Club”.

O grupo gravou nos estúdios Abbey Road o compacto “Love me do”-”P.S. I Love You”, com canções de Lennon e McCartney, lançado em 5 de outubro de 1962 pela Parlephone (EMI) e atingiu o número 17 nas paradas de sucesso inglesas.

Em 1963, John Lennon e Paul McCartney foram eleitos os melhores compositores do ano. Aumentou o número de shows e suas músicas não paravam de ser tocadas nas rádios. No ano seguinte os Beatles conquistaram os EUA.

 

 

 

A fama do grupo interessou a indústria cinematográfica e não demorou para os quatro rapazes de Liverpool aparecerem na grande tela do cinema nos filmes: “A Hard Day’s Night” (1964), direção de Richard Lester; “Help!” (1965), do mesmo diretor; “Magical Mystery Tour” (1967), dirigido por eles mesmos; “Yellow Submarine” (desenho animado, 1968), direção de George Duning; e “Let it Be” (1970), direção de Michael Lindsay-Hogg.

As vendagens de discos foram enormes, as excursões um sucesso, as condecorações chegavam sem parar. Milhões de fãs de todas as idades em todo o mundo geraram uma verdadeira “beatlemania”. Uma rápida aparição do grupo em qualquer lugar público produzia gritos histéricos, desmaios, cartas arremessadas e muito choro.

 

 

 

 

 

 

A crise da banda começou no final dos anos 60. John, Paul, George e Ringo não se satisfaziam com o desempenho dos Beatles nos shows. Além disso, os integrantes do grupo estavam cansados de tanto fanatismo e até de ameaças que recebiam. Em 1966 resolveram que fariam o último show nos Estados Unidos. No mesmo ano George Harrison viajou para a Índia e aprendeu a tocar cítara. John Lennon foi criticado pelo público por dizer que era mais conhecido que Jesus Cristo.

Em maio de 1967, Lennon declarou que os Beatles não fariam mais excursões e, em 27 de agosto, o empresário Brian Epstein, foi encontrado morto em sua casa por uma overdose de drogas. A crise piorou com o fracasso de vendas de “Magical Mistery Tour”.

Em fevereiro de 1968, os Beatles viajaram para a Índia para estudar meditação transcendental com o Maharishi Mahesh Yogi. Em novembro gravaram o “Álbum Branco” e lançaram o desenho animado, “Yellow Submarine”. Ringo Starr já queria abandonar a banda.

A presença de Yoko Ono, que se tornou “o quinto Beatle” gerava incômodo ao restante do grupo. O LP “Abbey Road” foi gravado em meio a grande insatisfação.

“Let it Be”, de 1970 foi o último álbum da banda. Ainda em 1970, Paul foi à justiça para determinar oficialmente o fim dos Beatles. O sonho tinha acabado

 

 

 

” John foi vítima de uma ironia do destino… uma ironia com nome, sobrenome e R.G. Aquele que sempre pregou a paz e o amor vítima de um alguém que me faz ter vergonha de sermos da mesma espécie, John era mais que um pacifista, ele era um pilar, uma base, uma crença e um modo de viver… Mostrou ao mundo o quão simples coisas podem ser tão bonitas… Jamais será esquecido…”

By : The Black Garden 

FONTE : http://educacao.uol.com.br/biografias/john-lennon.jhtm

 


 

Mamonas Assassinas

Filed under: Lutos Músicais — theblackgarden @ 4:30 pm

BIOGRAFIA

Em março de 1989, Sérgio Reoli, ao trabalhar na Olivetti, conhece Maurício Hinoto, irmão de Bento. Ao saber que Sérgio é baterista, Maurício decide apresentar o irmão, que toca guitarra. A partir daí, Sérgio conhece Bento e decidem criar uma banda. Na época, Samuel Reoli, irmão de Sérgio, não era “ligado” na música, preferia desenhar aviões. Mas, de repente, se envolveu com a música e começou a tocar baixo. Sérgio, Samuel e Bento, então, formaram uma banda de rock chamada Utopia, especializada em covers de grupos como Legião Urbana, Titãs e Rush. Em um show, o público pediu para tocarem uma música dos Guns N’ Roses, e como não sabiam a letra, pediram a um espectador para ajudá-los. Dinho voluntariou-se para cantar, em meio a vaias e com sua performance escrachada fez o público rir, sendo aceito no grupo. Júlio Rasec, por intermédio do vocalista Dinho, foi o último a entrar em Utopia.

O Utopia passou a apresentar-se na periferia de São Paulo e lançou um disco que vendeu menos de 100 cópias. Aos poucos, os integrantes começaram a perceber que as palhaçadas e músicas de paródia eram mais bem recebidas pelo público do que os covers e as músicas sérias. Começaram introduzindo algumas parodias musicais, com receio da aceitação do público.

Através de um show em uma boate em Guarulhos, conheceram o produtor Rick Bonadio. Decidiram, então, mudar o perfil da banda, a começar pelo nome, “Mamonas Assassinas do Espaço”, criado por Samuel Reoli e reduzido para “Mamonas Assassinas”.

Mandaram uma fita demo com as músicas “Pelados em Santos”, “Robocop Gay” e “Jumento Celestino” para 3 gravadoras, entre elas a Sony Music e a EMI. Rafael Ramos, amigo da banda, baterista da banda Baba Cósmica e filho do diretor artístico da EMI, João Augusto Soares, insistiu na contratação. Após assistir uma apresentação do grupo em 28 de Abril de 1995, João Augusto resolveu assinar contrato com os Mamonas.

Após gravar um disco produzido por Rick Bonadio (apelidado pela banda de Creuzebek), os Mamonas saíram em imensa turnê, apresentando-se em programas como Jô Soares Onze e Meia, Domingão do Faustão, Xuxa Park, Domingo Legal e tocando cerca de 8 vezes por semana, com apresentações em 25 dos 27 estados brasileiros e ocasionais dois shows por dia. O cachê dos Mamonas tornou-se um dos mais caros do país, R$50 à 70 mil, e a EMI faturou cerca de R$80 milhões com a banda. Em certo período, a banda vendia 100 mil cópias a cada dois dias.

Os Mamonas preparavam uma carreira internacional, com partida para Portugal preparada para 3 de Março de 1996. Porém em 2 de Março, enquanto voltavam de um show em Brasília, o jatinho Learjet em qe viajavam, prefixo LR-25D – PT-LSD, chocou-se contra a Serra da Cantareira, numa tentativa de arremeter vôo, matando todos que estavam no avião. O enterro, no dia 4 de Março, fora acompanhado por mais de 65 mil fãs.

Fora anunciado um filme da história da banda, baseado em Blá, Blá, Blá – A Biografia Autorizada dos Mamonas Assassinas de Eduardo Bueno, e a ser dirigido por Maurício Eça. A responsável pelo filme será a Tatu Filmes, em parceira com a Rede Record. Existiram riscos de o filme não ser produzido, devido ao possível fim do contrato entre a Tatu Filmes e a Record, haja visto que a produtora não conseguia concluir o filme devido a problemas de documentação envolvendo as gravadoras e os familiares dos integrantes do grupo. O problema foi resolvido e a Tatu Filmes já se prepara para o lançamento do filme.

Acidente
A aeronave havia sido fretada com a finalidade de efetuar o transporte do grupo musical para um show no Estádio Mané Garrincha, em Brasília. No dia 1 de Março de 1996, transportou esse grupo de Caxias do Sul para Piracicaba, aonde chegou às 15:45. No dia 2 de Março de 1996, com a mesma tripulação e sete passageiros, decolou de Piracicaba, às 07:10, com destino a Guarulhos, onde pousou às 07:36. A tripulação permaneceu nas instalações do aeroporto, onde, às 11:02, apresentou um plano de vôo para Brasília, estimando a decolagem para as 15:00. Após duas mensagens de atraso, decolaram às 16:41. O pouso em Brasília ocorreu às 17:52.

A decolagem de Brasília, de regresso a Guarulhos, ocorreu às 21:58. O vôo, no nível (FL) 410, transcorreu sem anormalidades. Na descida, cruzando o FL 230, a aeronave de prefixo PT-LSD chamou o Controle São Paulo, de quem passou a receber vetoração por radar para a aproximação final do procedimento Charlie 2, ILS da pista 09R do Aeroporto de Guarulhos (SBGR). A aeronave apresentou tendência de deriva à esquerda, o que obrigou o Controle São Paulo (APP-SP) a determinar novas proas para possibilitar a interceptação do localizador (final do procedimento). A interceptação ocorreu no bloqueio do marcador externo e fora dos parâmetros de uma aproximação estabilizada. Sem estabilizar na aproximação final, a aeronave prosseguiu até atingir um ponto desviado lateralmente para a esquerda da pista, com velocidade de 205Kt a 800 pés acima do terreno, quando arremeteu.

A arremetida foi executada em contato com a torre, tendo a aeronave informado que estava em condições visuais e em curva pela esquerda, para interceptar a perna do vento. A torre orientou a aeronave para informar ingressando na perna do vento no setor sul. A aeronave informou “setor norte”.

Na perna do vento, a aeronave confirmou à Torre estar em condições visuais. Após algumas chamadas da Torre, a aeronave respondeu e foi orientada a retornar ao contato com o APP-SP para coordenação do seu tráfego com outros dois tráfegos em aproximação IFR. O PT-LSD chamou o APP-SP, o qual solicitou informar suas condições no setor. O PT-LSD confirmou estar visual no setor e solicitou “perna base alongando”, sendo então orientado a manter a perna do vento, aguardando a passagem de outra aeronave em aproximação por instrumento. No prolongamento da perna do vento, no setor Norte, às 23:16, o PT-LSD chocou-se com obstáculos a 3.300 pés, no ponto de coordenadas 23º25’S 046º35’W. Em conseqüência do impacto, a aeronave foi destruída e todos os ocupantes faleceram no local.

Membros 
Dinho (Alecsander Alves) – vocal
Bento Hinoto (Alberto Hinoto) – guitarra, violão e vocal de apoio
Júlio Rasec (Júlio César) – teclados e vocal de apoio
Samuel Reoli (Samuel Reis de Oliveira) – baixo e vocal de apoio
Sérgio Reoli (Sérgio Reis de Oliveira) – bateria

FONTE : http://www.letras.com.br/biografia/mamonas-assassinas

” Houve um tempo em que o Brasil teve uma alma musical e quis ser feliz em demonstra-la, acima de qualquer capitalismo…”

By : The Black Garden